Nas fraturas do olécrano, confere lesão do aparelho extensor a perda
- da flexão ativa
- da flexão passiva
- da extensão ativa
- da extensão passiva
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O olécrano é o ponto de inserção do tríceps, o músculo que estende o cotovelo. Quando ele fratura com desvio, o tendão perde a ligação com a ulna, e o aparelho extensor fica interrompido.
Como reconhecer a lesão do aparelho extensor: a perda da extensão ativa. O paciente não consegue estender o cotovelo contra a gravidade, embora o examinador consiga estender passivamente.
Por que não os outros movimentos:
flexão ativa: depende do bíceps e do braquial, que continuam íntegros;
extensão e flexão passivas: dependem do examinador e da articulação, não do tríceps.
A indicação cirúrgica: fratura desviada (mais de 2 mm) ou com perda da extensão ativa. As opções são a banda de tensão (fraturas transversas simples), a placa (cominutas, oblíquas e Monteggia) e, no idoso com pouca demanda, a excisão do fragmento com reinserção do tríceps.
Mayo classifica o olécrano: I sem desvio, II com desvio e cotovelo estável, III com instabilidade; cada tipo em A (não cominuta) ou B (cominuta).
Na prova: a lesão do aparelho extensor se mostra pela perda da extensão ativa.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo