A artroplastia total do cotovelo é alternativa nas fraturas do úmero distal em pacientes
- jovens
- boa qualidade óssea
- com fratura associada do olécrano
- estabilização insuficiente para mobilidade precoce
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Conceito-chave
Nas fraturas do úmero distal, a primeira escolha é a redução aberta com fixação estável por duas placas, para permitir a mobilização precoce do cotovelo, que é o que evita a rigidez.
Quando a artroplastia total do cotovelo vira alternativa: quando a fixação não vai conseguir uma estabilidade suficiente para mobilizar cedo:
idoso com osso osteoporótico;
cominução articular grave (AO C3), sem fragmentos reconstruíveis;
artrite prévia do cotovelo (por exemplo, reumatoide);
baixa demanda funcional.
O que os estudos mostram: no idoso com fratura C3 e osso frágil, a artroplastia dá melhor função que a fixação (ensaio de McKee).
As limitações: o paciente fica com restrição de carga permanente (em geral, não levantar mais que 2 a 5 kg) e há risco de soltura e infecção. Por isso não serve para o jovem, de alta demanda e com bom osso.
A via: costuma-se usar vias que preservam o olécrano, como a de Bryan-Morrey ou a paratricipital, porque o componente ulnar precisa do olécrano íntegro.
Na prova: a artroplastia é alternativa quando a estabilização é insuficiente para a mobilidade precoce.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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