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Questão de Fratura do úmero distal (Ortopedia)

Trauma adultoFratura do úmero distalOrtopedia

A artroplastia total do cotovelo é alternativa nas fraturas do úmero distal em pacientes

  1. jovens
  2. boa qualidade óssea
  3. com fratura associada do olécrano
  4. estabilização insuficiente para mobilidade precoce
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Gabarito: D · estabilização insuficiente para mobilidade precoce

Conceito-chave

Nas fraturas do úmero distal, a primeira escolha é a redução aberta com fixação estável por duas placas, para permitir a mobilização precoce do cotovelo, que é o que evita a rigidez.

Quando a artroplastia total do cotovelo vira alternativa: quando a fixação não vai conseguir uma estabilidade suficiente para mobilizar cedo:

idoso com osso osteoporótico;

cominução articular grave (AO C3), sem fragmentos reconstruíveis;

artrite prévia do cotovelo (por exemplo, reumatoide);

baixa demanda funcional.

O que os estudos mostram: no idoso com fratura C3 e osso frágil, a artroplastia dá melhor função que a fixação (ensaio de McKee).

As limitações: o paciente fica com restrição de carga permanente (em geral, não levantar mais que 2 a 5 kg) e há risco de soltura e infecção. Por isso não serve para o jovem, de alta demanda e com bom osso.

A via: costuma-se usar vias que preservam o olécrano, como a de Bryan-Morrey ou a paratricipital, porque o componente ulnar precisa do olécrano íntegro.

Na prova: a artroplastia é alternativa quando a estabilização é insuficiente para a mobilidade precoce.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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