Na fratura da cabeça do rádio
- o tipo 2 de MASON contempla as fraturas fragmentadas
- o mecanismo de lesão com carga em valgo pode lesar o LCM
- o exame da pronossupinação do antebraço não é importante para o tratamento
- a lesão associada de ESSEX-LOPRESTI não leva a ruptura da membrana interóssea
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Conceito-chave
Uma cabeça radial fraturada pode ser a marca de uma carga que também rompeu ligamentos. Na carga em valgo, a cabeça comprime o capítulo e o ligamento colateral medial pode romper. Essa é a relação descrita em B.
O medial é um estabilizador primário contra valgo; a cabeça radial é secundária. Perder os dois apoios muda o significado da fratura: uma ressecção que poderia ser considerada numa lesão verdadeiramente isolada pode piorar muito um cotovelo com contenção medial insuficiente. A avaliação deve procurar as lesões associadas antes de decidir pelo fragmento ósseo sozinho (Rockwood, 10ª ed., cap. 40, “Três mecanismos, três lesões associadas”).
Também é necessário separar dor de bloqueio da pronossupinação. Dor por hemartrose pode dificultar o exame; o capítulo permite aspirar/anestesiar ou reavaliar depois. Bloqueio mecânico por fragmento ou cartilagem é uma informação decisiva para operar, enquanto um número de desvio isolado não determina a conduta de toda Mason II.
As classificações e a membrana interóssea completam a investigação. Mason II é marginal desviada; Mason III é cominutiva de toda a cabeça. A palavra “fragmentada” sozinha não define o tipo II nem faz toda fratura com mais de um fragmento ser III. Na Essex-Lopresti, a membrana interóssea e a radioulnar distal estão rompidas, razão para examinar também o punho.
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