O tratamento cirúrgico da fratura diafisária do úmero é indicado na presença de
- cotovelo flutuante
- encurtamento de 1 cm
- deformidade angular de 10 graus
- deformidade rotacional de 20 graus
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Conceito-chave
O cotovelo flutuante, alternativa A, combina fratura do úmero com fraturas do antebraço do mesmo lado, deixando a articulação entre segmentos instáveis. Esse conjunto é uma indicação de estabilização cirúrgica, diferentemente dos três desvios pequenos oferecidos nas outras opções.
O resumo descreve a lesão como de alta energia e com risco de rigidez, pseudartrose, lesão neurovascular e outras complicações. Fixar as fraturas procura permitir mobilização orientada e devolver um membro utilizável, em vez de imobilizar prolongadamente todo o conjunto (Rockwood, 10ª ed., cap. 37, “Indicações de cirurgia” e “O cotovelo flutuante”).
Para uma fratura isolada, fechada e tratável na órtese, o capítulo tolera aproximadamente 15–20 graus de angulação, até 30 graus de rotação e 2–3 cm de encurtamento. São referências de opinião de especialistas, não garantias de função para todo paciente. Ainda assim, 1 cm, 10 graus e 20 graus de rotação ficam abaixo dos limites usuais apresentados.
A decisão real também depende de demanda, dominância, pele, cooperação e capacidade de acompanhar o tratamento. A questão não afirma que qualquer desvio do úmero exige cirurgia; ela contrasta uma lesão combinada grave com medidas isoladas que podem ser aceitáveis.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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