As fraturas do terço médio da clavícula são classificadas
- por CRAIG como tipo II
- por ALLMAN como tipo III
- por ROBINSON como tipo I
- com numeração divergente por ROBINSON e CRAIG
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Robinson e Craig usam números diferentes para o terço médio. Allman e Craig o colocam no grupo I; Robinson o chama de tipo 2. A divergência é de sistema de classificação, não de localização anatômica da mesma fratura.
Allman distribui os grupos pela frequência: médio I, distal II e medial III. É uma forma prática de comunicar o segmento, mas informa pouco sobre desvio, cominuição e encurtamento. Robinson organiza medial 1, médio 2 e distal 3 e acrescenta características com valor prognóstico, como alinhamento e extensão articular.
No terço médio de Robinson, 2A mantém alinhamento, e 2B é desviado. O subtipo simples ou com uma borboleta é 2B1; o segmentar ou cominuto é 2B2. Isso mostra por que a classificação pode orientar uma descrição mais útil que apenas “grupo I”, embora o nome antigo continue muito usado.
Leia “Allman” e “Robinson”, na Biblioteca. Ao receber apenas um número, confira primeiro qual sistema foi citado; o mesmo algarismo pode apontar para outra região.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo