Para fraturas da escápula, o ângulo gleno-polar
- normal é de 20 a 30 graus
- tem como referência a glenóide e o acrômio
- abaixo de 45 graus indica tratamento cirúrgico
- abaixo de 20 graus é indicado tratamento cirúrgico
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Conceito-chave
Ângulo glenopolar abaixo de 20 graus favorece cirurgia, como indicação relativa. A redação da alternativa D é a que corresponde ao critério cobrado; o número não deve ser transformado em ordem automática independente da fratura, do paciente e da qualidade da medida.
O ângulo é formado por duas linhas: uma une os polos superior e inferior da glenoide; a outra sai do polo superior da glenoide até o ângulo inferior da escápula. O acrômio não participa dessa construção. A fonte descreve valor padrão de 41 graus na AP verdadeira, com faixa de 35 a 51 graus.
O valor informa a relação glenoide–corpo. Uma deformidade importante pode alterar o ritmo escapuloumeral e o trajeto muscular. No algoritmo, valores menores que 20 ou maiores que 60 favorecem cirurgia em jovem ativo, ao lado de angulação e translação da borda lateral.
A ressalva do capítulo é importante: as medidas e os pontos críticos não são universalmente padronizados. Além disso, no colo anatômico o ângulo pode aumentar, chegando a 70 graus, em vez de diminuir. Um valor alto não exclui deformidade grave, e um valor baixo precisa ser interpretado no padrão correto.
Leia “O ângulo glenopolar e os outros três critérios”, na Biblioteca. Aprenda os marcos e o significado mecânico antes do ponto de corte; a reconstrução 3D pode esclarecer o padrão que a radiografia sugere.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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