Nas fraturas expostas da diáfise do fêmur, a exposição MAIS FREQUENTEMENTE ocorre na região:
- Anterior ou lateral
- Anterior ou medial
- Posterior ou lateral
- Posterior ou medial
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Conceito-chave
Numa fratura da diáfise do fêmur, a ferida de exposição aparece mais frequentemente na face anterior ou lateral da coxa, alternativa A. Essa distribuição ajuda a lembrar onde procurar, mas não autoriza examinar apenas essas faces.
Uma fratura exposta não precisa ter osso visível. O resumo alerta para feridas pequenas posteriores ou mediais e orienta examinar o membro inteiro, retirando roupas e curativos; uma ferida próxima ao foco deve ser tratada como exposição até prova em contrário. A fratura pode chamar a atenção pela deformidade e pela dor, enquanto uma abertura discreta permanece escondida na região apoiada na maca (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 57, “Epidemiologia, mecanismo e lesões associadas”).
Frequência e exclusão diagnóstica são perguntas diferentes. A é o par mais frequente; uma ferida medial continua podendo representar exposição. Escolher o par correto na prova não deve criar o hábito perigoso de descartar o diagnóstico pela localização menos comum.
Reconhecer a exposição muda o cuidado imediato: antibiótico precoce, profilaxia antitetânica e curativo estéril entram na conduta descrita, seguidos de desbridamento. A decisão sobre haste primária ou estabilização provisória depende da estabilidade do paciente e da condição de contaminação, não apenas de a abertura ser anterior ou lateral. No resumo da Biblioteca, leia também “Situações especiais” para relacionar o achado cutâneo ao tratamento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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