A tração prévia ao tratamento cirúrgico da fratura do colo do fêmur:
- é benéfica porque ajuda no controle da dor
- é benéfica porque mantém a redução da fratura
- é prejudicial porque agrava o desvio da fratura
- é prejudicial porque, quando associada à rotação interna, reduz a perfusão da cabeça femoral
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Conceito-chave
A tração antes da cirurgia parece intuitiva: manter a fratura “no lugar” e aliviar dor. O capítulo, porém, relata que a tração cutânea não melhorou a dor nem a redução, e que sua associação à rotação interna reduz a perfusão da cabeça femoral pela circunflexa femoral medial.
A cabeça depende principalmente dos vasos retinaculares, ramos dessa artéria, que percorrem o colo. A tensão sobre o conjunto capsular e vascular ajuda a entender por que uma posição aparentemente redutora pode prejudicar o fluxo. O resumo também relata prejuízo da drenagem venosa; não é apenas uma questão de alinhar os fragmentos na radiografia (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 53, “Tração pré-operatória” e “Irrigação da cabeça femoral”).
Isso não deve ser confundido com uma manobra controlada de redução durante a cirurgia. A pergunta é sobre a tração prévia como rotina, cujo benefício não foi demonstrado e cujo efeito vascular exige atenção.
Leia essas seções no resumo da Biblioteca para relacionar posição, cápsula e vasos.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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