Na fratura diafisária do rádio, a alta suspeição radiográfica para lesão da articulação radioulnar distal ocorre quando estão presentes encurtamento do rádio maior que
- 2 mm e traço de fratura até 7,5 cm da articulação.
- 2 mm e traço de fratura até 10 cm da articulação.
- 5 mm e traço de fratura até 7,5 cm da articulação.
- 5 mm e traço de fratura até 10 cm da articulação.
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Conceito-chave
A prova combina dois marcadores históricos de suspeita de lesão da radioulnar distal: encurtamento radial maior que 5 mm e traço a até 7,5 cm da articulação. Eles sinalizam que uma fratura radial aparentemente isolada pode integrar uma Galeazzi. Não representam, sozinhos, confirmação de instabilidade.
A relação de comprimento entre os ossos importa no punho. O resumo recomenda comparar a variância ulnar com o lado oposto e procurar também fratura da base do estiloide, alargamento distal e luxação no perfil. A distância do traço identifica o grupo distal, mais associado à instabilidade do que fraturas mais proximais.
Há um contraponto explícito na fonte: estudos posteriores consideraram as medidas de 5 mm e 7,5 cm pouco confiáveis como critérios isolados de decisão. O exame de estabilidade no intraoperatório, depois de fixar anatomicamente o rádio, é o método recomendado para orientar o tratamento da articulação.
Leia “Quem tem a radioulnar distal lesada”, na Biblioteca, incluindo a crítica aos números. A questão pede reconhecer quando suspeitar; não se deve transformar os mesmos números em autorização para dispensar teste ou indicar reparo automaticamente.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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