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Questão de Fratura da diáfise da tíbia (TARO 2022)

Trauma adultoFratura da diáfise da tíbiaTARO 2022

A fratura mediodiafisária da tíbia com traço oblíquo maior que 30 graus e fíbula intacta é classificada pela AO como

  1. 42A2.1
  2. 42 A1.2.
  3. 42 A2.2.
  4. 42 A1.1.
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Gabarito: A · 42A2.1

Conceito-chave

O enunciado já fornece as duas peças do código: traço oblíquo maior que 30 graus e fíbula intacta. Na classificação AO apresentada pelo resumo, isso forma 42A2.1, alternativa A.

Leia o código em camadas. O segmento 42 corresponde à diáfise da tíbia. A letra A indica fratura simples; dentro desse grupo, A1 é espiral, A2 é oblíqua com 30 graus ou mais e A3 é transversa, abaixo desse limite. O sufixo acrescenta uma informação diferente: nos grupos A e B, .1 indica fíbula íntegra, .2 fratura dos dois ossos em níveis diferentes e .3 no mesmo nível (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “AO/OTA 42”).

Padrão tibial e estado da fíbula não são a mesma coisa. Uma fratura oblíqua não passa a ser espiral porque a fíbula está preservada. Da mesma forma, trocar .1 por .2 não muda a obliquidade: muda a descrição do segundo osso. Separar essas duas leituras evita decorar o código inteiro como uma sequência sem significado.

A fíbula no mesmo nível da tíbia reduz a estabilidade intrínseca, mas a classificação óssea não resume o caso. O capítulo ressalta que partes moles e gravidade da exposição pesam muito no tratamento e no resultado; o código não escolhe sozinho o implante.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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