Na fratura complexa do planalto tibial, a abordagem anterolateral estendida para ampliar a visualização articular inclui a
- osteotomia do tubérculo de GERDY com o trato iliotibial.
- desinserção subperiosteal do ligamento colateral lateral no fêmur.
- osteotomia da cabeça da fíbula com o ligamento colateral lateral.
- osteotomia do epicôndilo lateral com o ligamento colateral lateral e tendão do músculo poplíteo.
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Conceito-chave
Nas fraturas complexas do planalto tibial com componente posterolateral, a via anterolateral comum mostra mal a parte de trás do planalto lateral, escondida sob o côndilo femoral.
A abordagem anterolateral estendida: faz-se a osteotomia do epicôndilo lateral do fêmur, levando junto o ligamento colateral lateral e o tendão do poplíteo, que se inserem ali. Com o epicôndilo solto, o joelho pode ser aberto em varo, e o côndilo femoral sai da frente: o planalto lateral inteiro, inclusive a parte posterolateral, fica visível.
No fim: o epicôndilo é fixado de volta com parafusos, restaurando o colateral e o poplíteo.
As alternativas para o posterolateral: a osteotomia da cabeça da fíbula, a via posterolateral (entre o gastrocnêmio lateral e o bíceps femoral) e a abordagem de Frosch.
Por que não as outras opções: a osteotomia do tubérculo de Gerdy com o trato iliotibial não abre o compartimento posterolateral; a desinserção do colateral no fêmur é menos segura que a osteotomia, que cicatriza osso com osso.
Na prova: a abordagem anterolateral estendida inclui a osteotomia do epicôndilo lateral com o colateral lateral e o tendão do poplíteo.
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