Na fratura toracolombar do tipo explosão, a lesão da dura-máter está associada à fratura
- do pedículo.
- vertical da lâmina.
- do processo espinhoso.
- do processo transverso.
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Conceito-chave
A lâmina pode funcionar como uma fenda que se abre no impacto de uma explosão vertebral e se fecha parcialmente em seguida. Se dura e raízes entram nesse espaço, podem ficar presas. É por isso que uma fratura vertical da lâmina, principalmente desviada, está associada à lesão dural.
O capítulo descreve lesão traumática da dura em até 19% dos casos associados a esse padrão. É um dado de associação, não a afirmação de que toda lâmina fraturada implique laceração. A suspeita muda a atenção à abordagem: ao expor o canal, raízes podem aparecer antes das bordas da dura, que se retraíram anteriormente (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “A lâmina vertical e a dura-máter”).
A direção do traço importa. Uma fratura transversal do processo espinhoso pode denunciar falha da banda de tensão; já a longitudinal da lâmina é a pista ligada ao aprisionamento neural na explosão. A leitura não deve agrupar toda lesão posterior como se tivesse o mesmo mecanismo.
Consulte essa seção no resumo da Biblioteca para relacionar o traço ao risco que ele anuncia.
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