Na fratura-luxação posterior do quadril, a lesão ocorre com articulação em
- adução e flexão.
- adução e extensão.
- abdução e flexão.
- abdução e extensão.
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Conceito-chave
Na fratura-luxação posterior, a posição clássica do impacto reúne flexão e adução, alternativa A. Com o quadril fletido, a força que sobe pela diáfise leva a cabeça contra a região posterior; a adução favorece que ela luxe para trás.
O exemplo é o joelho que bate no painel. A tabela do resumo descreve a carga pela diáfise com o quadril a 90 graus e mostra como a posição muda a resposta: adução favorece luxação posterior, enquanto diferentes graus de abdução podem gerar transversa ou coluna posterior (Rockwood, 10ª ed., cap. 51, “Mecanismo de trauma”).
Fratura posterior não é sinônimo de qualquer impacto para trás. Com o quadril estendido, a força tende a chegar a regiões mais craniais, produzindo parede posterossuperior ou transversa transtectal. A flexão é parte do mecanismo específico pedido.
A posição orienta também a pesquisa de lesões associadas, sobretudo no joelho atingido. Ela ajuda a entender a lesão, mas não permite dispensar radiografias, TC e exame neurológico.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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