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Questão de Fratura do úmero distal (TEOT 2021)

Trauma adultoFratura do úmero distalTEOT 2021

Na fratura da extremidade distal do úmero, a via de acesso de BRYAN-MORREY com reflexão do tríceps braquial, é indicada na

  1. fixação de fratura coronal anterior do capítulo.
  2. substituição artroplástica total do cotovelo.
  3. presença de osteotomia prévia do olécrano.
  4. presença de lesão prévia do tríceps braquial.
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Gabarito: B · substituição artroplástica total do cotovelo.

Conceito-chave

As vias posteriores do cotovelo diferem na forma de lidar com o tríceps e o olécrano:

osteotomia do olécrano: a melhor exposição da superfície articular; para fraturas articulares complexas do úmero distal (C3);

paratricipital (Alonso-Llames): trabalha dos dois lados do tríceps sem soltá-lo; para fraturas extra-articulares e articulares simples;

Bryan-Morrey: o tríceps é refletido de medial para lateral, em continuidade com o ancôneo, soltando-o do olécrano;

TRAP (tríceps refletido com o ancôneo como retalho) e divisão do tríceps.

A indicação da Bryan-Morrey: a artroplastia total do cotovelo. Ela expõe bem o úmero distal e a ulna proximal sem cortar o olécrano, que precisa ficar íntegro para apoiar o componente ulnar.

Os outros cenários: a fratura coronal do capítulo é abordada pela via lateral (Kocher ou Kaplan); um tríceps já lesado contraindica soltá-lo.

Na prova: a via de Bryan-Morrey é indicada na artroplastia total do cotovelo.

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