Na fratura da extremidade distal do úmero, a via de acesso de BRYAN-MORREY com reflexão do tríceps braquial, é indicada na
- fixação de fratura coronal anterior do capítulo.
- substituição artroplástica total do cotovelo.
- presença de osteotomia prévia do olécrano.
- presença de lesão prévia do tríceps braquial.
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Conceito-chave
As vias posteriores do cotovelo diferem na forma de lidar com o tríceps e o olécrano:
osteotomia do olécrano: a melhor exposição da superfície articular; para fraturas articulares complexas do úmero distal (C3);
paratricipital (Alonso-Llames): trabalha dos dois lados do tríceps sem soltá-lo; para fraturas extra-articulares e articulares simples;
Bryan-Morrey: o tríceps é refletido de medial para lateral, em continuidade com o ancôneo, soltando-o do olécrano;
TRAP (tríceps refletido com o ancôneo como retalho) e divisão do tríceps.
A indicação da Bryan-Morrey: a artroplastia total do cotovelo. Ela expõe bem o úmero distal e a ulna proximal sem cortar o olécrano, que precisa ficar íntegro para apoiar o componente ulnar.
Os outros cenários: a fratura coronal do capítulo é abordada pela via lateral (Kocher ou Kaplan); um tríceps já lesado contraindica soltá-lo.
Na prova: a via de Bryan-Morrey é indicada na artroplastia total do cotovelo.
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