Na fratura da extremidade distal do rádio, a lesão associada mais frequente é a
- lesão condral.
- lesão neurovascular.
- fratura dos ossos do carpo.
- lesão do complexo da fibrocartilagem triangular.
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Conceito-chave
Na fratura do rádio distal, as lesões associadas são frequentes, e a mais comum é a do complexo da fibrocartilagem triangular (CFCT, ou TFCC).
Por quê: a fibrocartilagem triangular estabiliza a radioulnar distal. Quando o rádio quebra e encurta ou angula, ela é estirada ou rompida, sobretudo quando há fratura da base do estiloide ulnar. Nas séries com artroscopia, a lesão aparece em boa parte dos casos.
As outras lesões:
lesões condrais: frequentes nas fraturas intra-articulares, mas menos que a do CFCT;
ligamento escafossemilunar: também comum, pode levar à instabilidade do carpo;
nervo mediano: em 5 a 10%, com risco de síndrome do túnel do carpo aguda;
fratura do escafoide: em cerca de 5%.
A implicação na cirurgia: depois de fixar o rádio, testar a radioulnar distal. Se estiver instável, reparar o CFCT ou fixar a base do estiloide ulnar.
Na prova: a lesão associada mais frequente na fratura do rádio distal é a do complexo da fibrocartilagem triangular.
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