Nas fraturas do sacro, as zonas de maior frequência de fratura e de lesão neurológica, de acordo com a classificação de DENIS são, respectivamente,
- I e II
- I e III
- II e III
- III e II
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Conceito-chave
As fraturas mais comuns do sacro não são as que mais frequentemente lesam nervos. Em Denis, a combinação é zona I para frequência de fratura e zona III para risco neurológico, alternativa B.
A zona I fica na asa, lateral aos forames: reúne quase metade das fraturas no resumo e tem baixo risco neural. A zona II atravessa os forames, com cerca de 30% de déficit. A zona III alcança a região medial e o canal, é a menos comum, mas chega a 60% de lesão neurológica (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Denis: as três zonas”).
Frequência e gravidade são dois eixos. Um traço frequente na asa pode permanecer longe do canal; um padrão menos frequente, medial, ameaça mais estruturas neurais. A classificação não deve ser lida como se o número maior significasse mais casos.
O exame neurológico precisa ser documentado na chegada, inclusive quando não é possível realizá-lo. A imagem complementa: cortes finos e reconstrução sagital ajudam a reconhecer traços horizontais e dissociação espinopélvica que podem passar despercebidos.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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