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Questão de Fratura da cabeça do rádio e instabilidade do cotovelo (TEOT 2022)

Trauma adultoFratura da cabeça do rádio e instabilidade do cotoveloTEOT 2022

A deformidade tipo B resultante da osteonecrose da tróclea é sequela das fraturas

  1. dos côndilos lateral ou medial.
  2. do côndilo lateral ou supracondiliana.
  3. supracondiliana ou descolamento fisário do úmero distal.
  4. do côndilo medial ou descolamento fisário do úmero distal.
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Gabarito: D · do côndilo medial ou descolamento fisário do úmero distal.

Conceito-chave

A osteonecrose da tróclea pode produzir um defeito central ou uma perda mais extensa. Os vasos medial e lateral da crista medial não se anastomosam entre si. A perda do território lateral produz o tipo A, chamado rabo de peixe, no ápice da tróclea; o comprometimento dos dois territórios leva ao tipo B, mais extenso.

O capítulo associa o tipo B ao côndilo medial e ao descolamento fisário total do úmero distal. A necrose compromete toda a região troclear medial, podendo alcançar a metáfise e produzir cúbito varo progressivo, limitação de movimento e artrose precoce. O tipo A é relacionado à supracondiliana muito distal e ao côndilo lateral e costuma ter menos deformidade angular. A sequela pode tornar-se sintomática 4 a 8 anos depois, não necessariamente na fase aguda da fratura.

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