A deformidade tipo B resultante da osteonecrose da tróclea é sequela das fraturas
- dos côndilos lateral ou medial.
- do côndilo lateral ou supracondiliana.
- supracondiliana ou descolamento fisário do úmero distal.
- do côndilo medial ou descolamento fisário do úmero distal.
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Conceito-chave
A osteonecrose da tróclea pode produzir um defeito central ou uma perda mais extensa. Os vasos medial e lateral da crista medial não se anastomosam entre si. A perda do território lateral produz o tipo A, chamado rabo de peixe, no ápice da tróclea; o comprometimento dos dois territórios leva ao tipo B, mais extenso.
O capítulo associa o tipo B ao côndilo medial e ao descolamento fisário total do úmero distal. A necrose compromete toda a região troclear medial, podendo alcançar a metáfise e produzir cúbito varo progressivo, limitação de movimento e artrose precoce. O tipo A é relacionado à supracondiliana muito distal e ao côndilo lateral e costuma ter menos deformidade angular. A sequela pode tornar-se sintomática 4 a 8 anos depois, não necessariamente na fase aguda da fratura.
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