Masculino, 30 anos, trauma no tornozelo durante partida de futebol. De acordo com LAUGE-HANSEN e DANIS-WEBER esta fratura é classificada, respectivamente, como

- supinação rotação externa (4º estágio) e tipo B trans-sindesmal.
- supinação rotação externa (4º estágio) e tipo C trans-sindesmal.
- supinação rotação interna (4º estágio) e tipo C trans-sindesmal.
- supinação rotação interna (4º estágio) e tipo B trans-sindesmal.
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Conceito-chave
As radiografias mostram fratura oblíqua da fíbula na altura da sindesmose e participação do maléolo medial. A combinação corresponde à supinação-rotação externa no estágio IV e Weber B, alternativa A.
São duas classificações com perguntas diferentes. Weber localiza o traço fibular: B é transsindesmal; C é suprassindesmal. Lauge-Hansen organiza a progressão da lesão: na SER, a sindesmose anterior é o estágio I, a fíbula oblíqua o II, o componente posterior o III e a lesão medial o IV (Rockwood, 10ª ed., cap. 65).
A falha medial muda o estágio, não a altura do traço fibular. É por isso que uma SER IV continua podendo ser Weber B. O padrão bimaleolar da figura não deve ser reclassificado como C apenas por ser mais grave ou instável.
A sequência é uma interpretação do mecanismo; a imagem não mostra diretamente cada ligamento rompendo nem permite inventar um fragmento posterior ausente. Na prática, completam-se exame e avaliação da sindesmose e da congruência para planejar a estabilização.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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