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Questão de Fratura do úmero proximal (TEOT 2022)

Trauma adultoFratura do úmero proximalTEOT 2022

As complicações de osteossíntese apresentadas na imagem são o

Figura da questão trauma-0184
  1. colapso em varo e a osteonecrose da cabeça.
  2. colapso em varo e a perfuração condral dos parafusos.
  3. colapso em valgo e a osteonecrose da cabeça.
  4. colapso em valgo e a perfuração condral dos parafusos.
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Gabarito: B · colapso em varo e a perfuração condral dos parafusos.

Conceito-chave

Nas duas incidências, a cabeça perdeu sua relação de apoio e colapsou em varo, enquanto pontas de parafusos ultrapassam o contorno articular. A combinação é colapso em varo com perfuração condral dos parafusos, alternativa B.

A placa bloqueada fixa o ângulo entre parafuso e implante. Isso ajuda a montagem, mas cria uma armadilha: se a cabeça afunda ou perde altura, o parafuso não recua junto com ela. Sua ponta pode atravessar osso subcondral e cartilagem. O resumo chama essa perfuração de secundária; a primária ocorre quando o parafuso já foi colocado comprido demais (Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Por que a placa bloqueada falha”).

A imagem mostra a complicação, mas não é uma sequência temporal da operação. Portanto, não se pode afirmar só por ela que todo parafuso estava adequado inicialmente. O mecanismo de colapso explica como pode surgir penetração tardia; a verificação em vários planos e o suporte medial ajudam a prevenir os diferentes modos de falha.

Osteonecrose é uma possível causa de colapso, não um sinônimo radiográfico obrigatório. Chamar esta imagem de necrose sem outros dados troca uma hipótese etiológica pelo achado que está demonstrado: varo e parafusos penetrando a articulação. A penetração merece atenção porque pode lesar a glenoide.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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