Nas imagens apresentadas, o dispositivo apontado pela seta agrega à instrumentação estabilidade principalmente

- axial.
- sagital.
- coronal.
- rotacional.
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Conceito-chave
Conector transverso (crosslink) na instrumentação pedicular. Na instrumentação posterior da coluna, parafusos pediculares ligados a duas hastes longitudinais formam uma estrutura que resiste bem à flexão, à extensão e à inclinação lateral. Mas duas hastes paralelas, ligadas só pelos parafusos, comportam-se como um paralelogramo: sob torção, uma haste pode deslizar em relação à outra, e a montagem gira.
Lendo as imagens. A seta aponta uma barra horizontal que une as duas hastes, visível no AP e no perfil, no meio da montagem: é o conector transverso.
O que ele faz. Ao ligar as duas hastes, transforma o paralelogramo em um quadro rígido (como uma escada com degraus), aumentando principalmente a rigidez torcional (rotacional). O efeito sobre a flexoextensão (plano sagital) e a inclinação lateral (plano coronal) é pequeno, e sobre a carga axial é desprezível. Estudos biomecânicos (Dick e colaboradores; Kuklo e colaboradores) confirmaram esse ganho seletivo em torção.
| Componente | Função principal |
|---|---|
| Parafusos pediculares | Ancoragem nas três colunas, controle segmentar |
| Hastes | Resistência à flexão, extensão e inclinação lateral; correção |
| Conector transverso | Rigidez rotacional (torcional) |
| Enxerto e artrodese | Estabilidade definitiva |
Quando usar. Montagens longas, lesões com instabilidade rotacional (fraturas-luxações, lesões por translação e rotação), após laminectomias amplas ou osteotomias, e em montagens com parafusos de menor ancoragem. Em montagens curtas com boa ancoragem, o benefício é pequeno, e o conector pode ocupar espaço do enxerto.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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