Masculino, 32 anos, trauma na mão. A fratura apresentada na imagem é classificada por GREEN como tipo

- I
- II
- III
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Conceito-chave
Fraturas da base do primeiro metacarpal e a classificação de Green e O'Brien. A base do metacarpal do polegar participa da articulação trapeziometacarpal, essencial para a pinça e a oposição. Green e O'Brien classificaram as fraturas dessa região conforme o envolvimento articular e o padrão do traço.
| Tipo | Descrição |
|---|---|
| I: Bennett | Fratura-luxação intra-articular com fragmento único volar-ulnar da base; a diáfise subluxa dorsorradialmente |
| II: Rolando | Fratura intra-articular cominutiva, em T ou Y (três ou mais fragmentos) |
| IIIA | Extra-articular, transversa |
| IIIB | Extra-articular, oblíqua |
| IV | Fisária, na criança (Salter-Harris, geralmente II) |
Lendo a imagem. Há traço na base do primeiro metacarpal entrando na articulação trapeziometacarpal, com um fragmento ulnar da base que permanece junto ao trapézio e a diáfise deslocada radialmente: padrão de Bennett, o tipo I.
Por que o fragmento fica e a diáfise desvia. O fragmento volar-ulnar continua preso pelo ligamento oblíquo anterior (beak ligament). A diáfise é puxada pelo abdutor longo do polegar (proximal e radial) e pelo adutor do polegar (adução e supinação). Kjaer-Petersen e colaboradores mostraram que a incongruência residual acima de 1 mm associa-se a sintomas e artrose a longo prazo.
Tratamento. Redução com tração, abdução e pronação e fixação percutânea (metacarpal ao trapézio ou ao segundo metacarpal); parafuso no fragmento quando é grande; redução aberta se não se obtiver congruência. Rolando: fixação com placa quando os fragmentos são grandes, ou fixador externo e tração nas cominutivas.
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