Na fratura do tornozelo do adulto, a depressão articular da porção medial do plafond, segundo a classificação de LAUGE-HANSEN, pode ocorrer no estágio
- I da supinação-adução.
- II da supinação-adução.
- I da supinação-rotação lateral.
- II da supinação-rotação lateral.
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Conceito-chave
O tálus pode afundar a porção medial do plafond quando cisalha verticalmente o maléolo medial na supinação-adução, estágio II, alternativa B. É a lesão em que olhar apenas a linha do maléolo pode deixar passar uma depressão articular.
No estágio I da SAD, o lado lateral falha por tração: lesão ligamentar ou avulsão transversa da fíbula abaixo da sindesmose. No II, o tálus empurra o lado medial e produz o traço vertical. O resumo cita impacção medial em 42% das fraturas verticais estudadas por McConnell e Tornetta, número ligado àquela série (Rockwood, 10ª ed., cap. 65, “Supinação-adução”).
A depressão deve ser tratada antes de fechar o traço. A cirurgia começa medialmente, expondo a área impactada, retirando fragmentos osteocondrais soltos e elevando a superfície afundada. A falha é preenchida se necessário; só então o fragmento medial é reduzido e contido, tipicamente com placa de suporte. Fixar o maléolo sobre uma superfície ainda deprimida preservaria uma incongruência.
A SER é outro mecanismo: começa anteriormente, segue pela fíbula e chega ao lado medial no estágio IV, por deltoide ou traço oblíquo. Não é a sequência vertical e impactada da SAD II.
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