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Questão de Fraturas da coluna cervical alta (TARO 2016)

Trauma adultoFraturas da coluna cervical altaTARO 2016

A fratura do odontoide mais comum e que cursa com pseudartrose em 36% dos casos é, segundo ANDERSON e D’ALONSO, a do tipo

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Gabarito: B · II

Conceito-chave

O TARO repetiu em 2016 a pergunta de 2014: qual tipo de fratura do odontoide é o mais comum e o que mais evolui para pseudartrose. Vale entender a mecânica para não depender da memória.

Onde quebra. Pela classificação de ANDERSON e D'ALONZO, apresentada no Rockwood and Green (10ª ed., cap. 48), o tipo II passa pela cintura do dente, a junção com o corpo de C2, e o tipo III entra no corpo. O tipo I, avulsão da ponta, é raríssimo isolado.

Por que o lugar decide a consolidação. Pense em colar duas peças: uma junta estreita, de osso duro e pouca superfície, segura mal; uma junta larga de osso esponjoso segura bem. A cintura do dente é a junta estreita. Por isso o capítulo mostra, para o tipo II, consolidação de 66% no halo numa série, menos de 50% em outra e pseudartrose perto de 30% numa série de 340 fraturas de C2, enquanto o tipo III consolida em 87% a cerca de 95% imobilizado.

Quando o tipo II consolida melhor. Uma série deu 74% de consolidação com órtese quando o desvio era menor que 5 mm, o afastamento menor que 2 mm e a angulação menor que 11 graus. No idoso, a pseudartrose fibrosa estável muitas vezes não importa.

Sobre o número da questão. Os 36% não estão no capítulo; a resposta, porém, coincide com o que ele mostra.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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