Na fratura do pilão tibial, o acesso posterolateral é feito no intervalo entre
- o solear e os tendões fibulares.
- o flexor longo dos dedos e o solear.
- os tendões fibulares e o flexor longo do hálux.
- o flexor longo do hálux e o flexor longo dos dedos.
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Conceito-chave
Para chegar à parte posterior do pilão pela via posterolateral, a dissecção profunda passa entre os fibulares e o flexor longo do hálux, alternativa C. O nome “posterolateral” não autoriza escolher qualquer par de músculos que esteja atrás da tíbia.
Os fibulares ocupam o compartimento lateral e passam atrás da fíbula. O flexor longo do hálux pertence ao posterior profundo. Na via, abre-se o septo, afasta-se o flexor para medial e os tendões fibulares para lateral, alcançando a face posterior da tíbia. Na pele, a incisão fica entre a borda posterior da fíbula e o tendão calcâneo, com cuidado para evitar o sural (Rockwood, 10ª ed., cap. 64, “Via posterolateral”).
Plano superficial e plano profundo precisam ser separados. A borda do tendão calcâneo orienta a incisão, mas a janela de trabalho ao osso é outra. Da mesma forma, o flexor longo dos dedos está na região posterior profunda e do túnel do tarso, porém não é o limite medial do intervalo com os fibulares descrito pelo capítulo.
A via é especialmente útil no tipo C com fragmento posterior livre. Ela também permite tratar a fíbula, mas não oferece visão ampla dos fragmentos mediais. Depois que o fragmento posterior é reduzido, a superfície deixa de ser vista diretamente, exigindo controle pelas corticais e pela radioscopia.
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