A principal causa da luxação do joelho é
- queda de altura.
- trauma esportivo.
- entorse em obesos.
- acidente automotivo.
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Conceito-chave
O gabarito D, acidente automotivo, corresponde à causa mais comum no grande banco de trauma americano citado pelo capítulo. A ressalva é que “principal causa” depende da população estudada: numa clínica norueguesa mencionada na mesma fonte, o esqui predominou.
A luxação exige perda importante da contenção ligamentar, mas não tem um único mecanismo. Acidentes de veículo, quedas de altura e esportes de alta velocidade compõem o grupo de alta energia. Muitos esportes e quedas da própria altura entram como baixa energia; no obeso, pode haver luxação até ao caminhar, chamada de energia ultrabaixa (Rockwood, 10ª ed., cap. 61, “Quem luxa o joelho e o que vem junto”).
A hiperextensão participa de muitos episódios, com falha inicial dos cruzados e forças adicionais em varo, valgo ou rotação completando o padrão. Entretanto, a energia baixa não garante lesão leve. O capítulo destaca taxas muito altas de dano neurovascular nas luxações de energia ultrabaixa em obesos.
Frequência de causa e gravidade não são a mesma coisa. Um mecanismo menos frequente no banco citado ainda pode ameaçar o membro. Todo joelho luxado, inclusive já reduzido, precisa de avaliação vascular e neurológica; não se deve excluir lesão porque a história foi de simples entorse.
A resposta deve conservar o contexto epidemiológico: D é a preferência da banca e do banco de trauma mencionado, sem declarar que acidentes automotivos dominem necessariamente em toda clínica esportiva, país ou série.
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