O ombro flutuante ocorre na associação da fratura na diáfise da clavícula com
- fratura da escápula.
- fratura do terço proximal do úmero.
- rotura dos ligamentos coracoclaviculares.
- rotura dos ligamentos acromioclaviculares.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O ombro flutuante clássico combina fratura da clavícula com fratura do colo da escápula do mesmo lado. O conjunto interrompe a sustentação que relaciona a cintura escapular ao tronco. A alternativa A usa o termo amplo “escápula”; o detalhe anatômico a aprender é o colo, na definição clássica do resumo.
A dupla lesão pode deixar a glenoide mal posicionada, mas não significa que todo caso exija duas fixações. Quando se escolhe operar, os autores propõem restaurar primeiro a clavícula e refazer a imagem. A redução anatômica desse esteio pode reduzir indiretamente e estabilizar a glenoide; se a posição ainda for inadequada, considera-se fixar também o colo.
| Etapa do raciocínio | Finalidade |
|---|---|
| Reconhecer clavícula e colo escapular associados | Identificar a dupla lesão clássica |
| Fixar a clavícula primeiro, quando indicado | Restabelecer a sustentação e avaliar redução indireta |
| Reavaliar a glenoide | Decidir se a segunda fixação é necessária |
A construção clavicular precisa suportar maior demanda nesse cenário, e houve falhas de fixação isolada descritas. Portanto, nem “sempre fixar as duas” nem “a clavícula sempre basta” é uma regra segura. Exame, desvio e resultado da primeira correção orientam a sequência.
Leia “Ombro flutuante”, na Biblioteca. Relacione definição anatômica e estratégia de tratamento, sem confundir participação de um ligamento no complexo com a associação clássica de fraturas.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo