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Questão de Síndrome compartimental (TARO 2015)

Trauma adultoSíndrome compartimentalTARO 2015

Na síndrome compartimental aguda, o coeficiente Delta-P é obtido subtraindo-se a pressão

  1. arterial sistólica da pressão intracompartimental.
  2. intracompartimental da pressão arterial sistólica.
  3. arterial diastólica da pressão intracompartimental.
  4. intracompartimental da pressão arterial diastólica.
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Gabarito: D · intracompartimental da pressão arterial diastólica.

Conceito-chave

Delta P estima a margem entre a pressão que perfunde o tecido e a pressão dentro do compartimento. A fórmula usada pelo capítulo é pressão arterial diastólica menos pressão intracompartimental. Quando a pressão do compartimento sobe ou a diastólica cai, a diferença diminui e a perfusão fica ameaçada.

Um exemplo apenas didático: diastólica de 70 mmHg e pressão de compartimento de 45 mmHg dão delta P de 25 mmHg. Não se trata de uma pressão absoluta de 25 no compartimento. A mesma pressão tecidual pode ter consequências distintas em um paciente hipertenso e em outro hipotenso, razão pela qual a pressão arterial precisa ser documentada.

O protocolo de Edimburgo descrito indica fasciotomia com delta P abaixo de 30 mmHg por mais de duas horas, acompanhando a tendência. Esse critério de monitorização não obriga esperar duas horas diante de sinais clínicos claros e múltiplos, para os quais o algoritmo orienta descompressão urgente. Também não equivale a operar qualquer leitura isolada de pressão absoluta acima de 30.

Na Biblioteca, leia “O limiar: delta P abaixo de 30 mmHg por mais de 2 horas”. Separe fórmula, tendência e cenário clínico. A ordem da subtração explica por que piorar a perfusão diminui, em vez de aumentar, o delta.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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