Na fratura da extremidade proximal do úmero, a complicação mais comum é
- o impacto subacromial.
- a rigidez articular.
- a osteonecrose.
- a consolidação viciosa.
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Conceito-chave
A maioria das fraturas do úmero proximal (80 a 85%) tem pouco desvio e é tratada sem cirurgia. Mesmo assim, o ombro sofre: a complicação mais comum é a rigidez articular.
Por quê: o ombro é a articulação que mais enrijece com a imobilização. O hematoma, a dor e o tempo na tipoia levam a aderências da cápsula e do espaço subacromial.
A prevenção:
tipoia curta, por 2 a 3 semanas;
exercícios pendulares e mobilização passiva precoces, assim que a dor permitir;
na cirurgia, fixação estável que deixe mobilizar cedo.
As outras complicações:
consolidação viciosa: comum, sobretudo do tubérculo maior ou em varo, mas menos que a rigidez;
impacto subacromial: pelo tubérculo maior consolidado alto ou pela placa mal posicionada;
osteonecrose: mais rara, ligada aos critérios de Hertel e às fraturas em quatro partes.
Na prova: a complicação mais comum da fratura do úmero proximal é a rigidez articular.
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