Na fratura toracolombar avaliada segundo a classificação de distribuição de carga (load sharing classification), a via anterior é indicada quando o somatório de pontos é
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Conceito-chave
Imagine a fixação posterior curta sustentando uma vértebra cujo corpo está muito cominuído. Se a parte anterior não consegue compartilhar a carga, os implantes posteriores ficam mais expostos às forças de alavanca. A classificação load sharing, de McCormack, foi criada para avaliar esse problema.
Ela pontua cominuição do corpo, aposição dos fragmentos e cifose a corrigir, cada item de 1 a 3. Quanto maior a destruição e a dificuldade de apoio, maior a soma. No resumo, 6 ou menos permite fixação posterior curta; mais de 6 sinaliza insuficiência anterior importante e necessidade de montagem posterior longa ou reconstrução anterior e posterior combinada (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “A classificação de compartilhamento de carga”).
A questão pede o corte associado à via anterior: acima de 6, portanto a alternativa D. Não convém transformar isso numa obrigação de via anterior isolada em todo paciente com 7 ou mais; o capítulo admite outras estratégias e lembra que a escala não avalia neurologia nem complexo ligamentar posterior.
Leia a seção no resumo da Biblioteca comparando load sharing e TLICS: uma ajuda a pensar o suporte da montagem, a outra reúne domínios para orientar a conduta.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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