Na fratura isolada da cabeça do rádio classificada por MASON como tipo II, é indicação absoluta de tratamento cirúrgico
- restrição da rotação do antebraço.
- degrau articular de 2 mm.
- envolvimento de 20% da cabeça.
- desvio de 3 mm entre os fragmentos.
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Conceito-chave
Uma fratura marginal desviada não é automaticamente uma articulação bloqueada. Na classificação de Mason, o tipo II descreve a fratura marginal com desvio. O número informa o padrão, mas não determina sozinho que toda fratura deva ser operada. Na lesão isolada, o resumo destaca o bloqueio mecânico da pronossupinação como indicação absoluta.
A primeira tarefa do exame é separar dor de obstáculo físico. Hemartrose e dor podem limitar a tentativa de girar o antebraço sem que um fragmento impeça o movimento. Se a dor não permite julgar a rotação, o capítulo admite aspirar e anestesiar ou reavaliar depois, conforme o contexto. Não se deve chamar toda recusa dolorosa de bloqueio mecânico.
A regra antiga baseada apenas em mais de 2 mm de desvio e mais de 30% da superfície não foi confirmada pelo estudo randomizado resumido. Isso não prova que o tamanho nunca importe; significa que o número isolado não substitui movimento, estabilidade e lesões associadas. Uma fratura com cotovelo instável, corpo livre retido ou outra indicação relevante já não é o mesmo cenário de Mason II isolada.
A alternativa A usa a expressão ampla “restrição da rotação”. Para corresponder ao conceito da fonte, ela deve ser entendida como restrição mecânica, e não apenas dor no exame inicial. Leia “Exame: dor ou bloqueio?” e “Sem cirurgia”, no resumo da Biblioteca. A ligação entre essas duas seções é o que permite indicar cirurgia pelo problema funcional real, em vez de por um número descontextualizado.
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