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Questão de Fratura subtrocantérica (TARO 2015)

Trauma adultoFratura subtrocantéricaTARO 2015

No paciente obeso com fratura subtrocantérica do fêmur, o implante mais recomendado é

  1. placa angulada de 95º.
  2. haste intramedular retrógrada.
  3. haste intramedular anterógrada.
  4. parafuso deslizante do quadril de 135º.
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Gabarito: C · haste intramedular anterógrada.

Conceito-chave

Na fratura subtrocantérica, o implante de escolha é a haste cefalomedular anterógrada. No obeso, ela é ainda mais vantajosa.

Por quê:

biomecânica: fica no eixo do fêmur, com braço de alavanca curto, e compartilha a carga; colapsa menos em varo;

controle do fragmento proximal: o parafuso cefálico segura a cabeça e o colo;

incisões pequenas: evita a grande exposição lateral, que no obeso aumenta a infecção e as complicações de ferida.

A dificuldade no obeso: achar o ponto de entrada. Fazer a incisão mais proximal, posicionar o paciente em decúbito lateral se preciso e guiar o fio com fluoroscopia cuidadosa.

As outras opções:

haste retrógrada: não controla o fragmento proximal da subtrocantérica;

placa angulada de 95°: exige via ampla e tem carga excêntrica;

parafuso deslizante de 135° (DHS): contraindicado, porque o deslizamento leva à medialização da diáfise.

Na prova: no obeso com fratura subtrocantérica, o implante mais recomendado é a haste anterógrada.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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