No paciente obeso com fratura subtrocantérica do fêmur, o implante mais recomendado é
- placa angulada de 95º.
- haste intramedular retrógrada.
- haste intramedular anterógrada.
- parafuso deslizante do quadril de 135º.
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Conceito-chave
Na fratura subtrocantérica, o implante de escolha é a haste cefalomedular anterógrada. No obeso, ela é ainda mais vantajosa.
Por quê:
biomecânica: fica no eixo do fêmur, com braço de alavanca curto, e compartilha a carga; colapsa menos em varo;
controle do fragmento proximal: o parafuso cefálico segura a cabeça e o colo;
incisões pequenas: evita a grande exposição lateral, que no obeso aumenta a infecção e as complicações de ferida.
A dificuldade no obeso: achar o ponto de entrada. Fazer a incisão mais proximal, posicionar o paciente em decúbito lateral se preciso e guiar o fio com fluoroscopia cuidadosa.
As outras opções:
haste retrógrada: não controla o fragmento proximal da subtrocantérica;
placa angulada de 95°: exige via ampla e tem carga excêntrica;
parafuso deslizante de 135° (DHS): contraindicado, porque o deslizamento leva à medialização da diáfise.
Na prova: no obeso com fratura subtrocantérica, o implante mais recomendado é a haste anterógrada.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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