Uma fratura AO 43-A3 com exposição de 3 cm e lesão isolada da artéria tibial anterior deve ser classificada, segundo GUSTILO et al, como do tipo
- II
- III-A
- III-B
- III-C
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Conceito-chave
Gustilo e Anderson classificam a fratura exposta:
tipo I: ferida de até 1 cm, limpa, baixa energia;
tipo II: ferida de 1 a 10 cm, sem lesão extensa de partes moles;
tipo III: ferida maior que 10 cm ou alta energia, contaminação grosseira, cominução ou fratura segmentar:
IIIA: cobertura óssea possível com os tecidos locais;
IIIB: perda de partes moles com osso exposto, que exige retalho;
IIIC: lesão arterial que exige reparo para salvar o membro.
As armadilhas:
classificar depois do desbridamento, e não na sala de emergência;
lesão isolada da tibial anterior (ou da posterior) com o pé bem perfundido pela outra artéria não exige reparo: não é IIIC;
energia e contaminação grosseira (ambiente rural) sobem para o tipo III mesmo com ferida pequena.
No caso: fratura extra-articular da tíbia distal (43-A3), ferida de 3 cm e tibial anterior isolada, sem necessidade de reparo: tipo II.
Na prova: o caso é Gustilo II.
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