Na fratura do calcâneo tratada pela via lateral estendida, a principal fonte vascular do retalho fasciocutâneo é a artéria
- sural.
- tarsal lateral.
- maleolar lateral.
- calcaneana lateral.
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Conceito-chave
A via lateral estendida do calcâneo é uma incisão em L: o ramo vertical corre na frente do tendão calcâneo, e o horizontal segue a junção da pele com a sola do pé. Levanta-se um retalho fasciocutâneo de espessura total, sem dissecar entre as camadas.
A irrigação do retalho: a artéria calcânea lateral, ramo da artéria fibular, que corre junto ao ramo vertical da incisão. Cortá-la ou afastar o retalho com força leva à necrose do ângulo do L.
As complicações de ferida: em 10 a 25% dos casos. Os fatores de risco são tabagismo, diabetes e operar cedo demais, com a pele inchada.
Quando operar: depois do sinal do enrugamento (a pele enruga ao ser pinçada), em geral entre 7 e 14 dias.
As alternativas: a via do seio do tarso, menor, e técnicas percutâneas, com menos complicações de ferida.
Os outros vasos: a artéria tarsal lateral irriga o dorso do pé; a maleolar lateral contribui pouco; o sural é um nervo, em risco no ramo vertical.
Na prova: a principal fonte do retalho da via lateral estendida é a artéria calcânea lateral.
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