Na confecção da banda de tensão para tratamento da fratura do olécrano, a colocação dos fios de KIRSCHNER em posição muito lateral está relacionada com
- perda da fixação.
- atraso da consolidação.
- impacto da tuberosidade bicipital.
- lesão do nervo interósseo anterior.
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Conceito-chave
Os fios da banda de tensão podem estabilizar o olécrano e, ainda assim, atrapalhar a rotação do antebraço se seguirem lateralmente demais. A estrutura com que entram em conflito é a tuberosidade do rádio, chamada de tuberosidade bicipital na alternativa C.
Na banda de tensão, os fios partem da ponta do olécrano e atravessam a ulna, associados à cerclagem em oito. O capítulo descreve saída pela cortical anteromedial e adverte que o desvio lateral dos fios irrita a tuberosidade radial. A consequência é um conflito mecânico com rigidez de rotação, podendo evoluir com sinostose (Rockwood, 10ª ed., cap. 40, “Banda de tensão”).
O sentido do erro muda o risco. Lateralmente, a preocupação destacada é o contato ósseo com o rádio; medialmente, fios longos demais podem alcançar o ulnar ou o mediano. Por isso não basta conferir o alinhamento da fratura: também importa verificar a posição e a projeção dos implantes.
A banda é descrita para fraturas simples, sem cominuição, proximais ao coronoide e com cotovelo estável. Cominuição ou instabilidade alteram a escolha da construção. Porém esta pergunta não está comparando métodos: está identificando a complicação ligada à direção lateral dos fios.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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