Na luxação da articulação acromioclavicular do tipo III de ROCKWOOD, existe integridade dos ligamentos coracoclaviculares quando há fratura
- do acrômio.
- do corpo da clavícula.
- da cavidade glenoide.
- do processo coracoide.
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Conceito-chave
A clavícula pode se separar do conjunto acromial sem que os ligamentos coracoclaviculares tenham rompido suas fibras: a ruptura pode estar no osso do coracoide. É essa falha óssea que a alternativa D procura.
O coracoide recebe a ligação coracoclavicular. Quando a sua base se separa, o ligamento pode permanecer unido ao fragmento, mas esse fragmento já não está conectado ao restante da escápula. Ligamento contínuo não significa complexo mecanicamente intacto. O resumo descreve precisamente a variante óssea do colo cirúrgico em que a base do coracoide se separa com ligamentos íntegros (Rockwood, 10ª ed., cap. 33, “As três fraturas do colo”).
A seção do coracoide também mostra que a lesão acromioclavicular associada frequentemente determina a estratégia. Na série do autor, fixar a acromioclavicular reduziu indiretamente o coracoide nos casos descritos. Isso ilustra por que é necessário avaliar o conjunto, sem concluir que toda fratura do processo exige uma fixação direta isolada.
O enunciado usa o tipo III de Rockwood como cenário de separação acromioclavicular. A particularidade procurada é a falha por fratura no local da ligação óssea, em vez de atribuir integridade dos coracoclaviculares a qualquer fratura associada. O nível exato da fratura do coracoide precisa ser conferido na imagem.
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