A fratura da clavícula classificada segundo ROBINSON como 3A2, corresponde ao tipo
- I de NEER.
- II de CRAIG.
- III de NEER.
- IV de CRAIG.
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Conceito-chave
Robinson 3A2 é uma fratura distal sem desvio e intra-articular, correspondente ao Neer III. A leitura do código precisa seguir a classificação nomeada. Em Robinson, 1 é medial, 2 é terço médio e 3 é distal; na tradição de Allman, a ordem é outra.
Dentro do segmento distal, o grupo A mantém alinhamento cortical. O subtipo 3A1 é extra-articular; o 3A2 alcança a articulação acromioclavicular. O grupo B é desviado, com 3B1 extra-articular e 3B2 intra-articular. Essa organização permite compreender o código sem transportar o número isolado de um sistema para outro.
Na classificação de Neer, o tipo I é estável, com coracoclaviculares íntegros; o II é o padrão instável em que o fragmento medial perde sua contenção ligamentar; o III tem extensão articular. Assim, “tipo III” não significa luxação acromioclavicular: o diagnóstico continua sendo fratura, agora envolvendo a superfície da articulação.
Leia a tabela de correspondência de Robinson, na Biblioteca. Primeiro decodifique região, desvio e extensão articular; só depois faça a equivalência entre nomes.
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