Na lesão do anel pélvico, as artérias do sistema ilíaco interno mais relacionadas à hemorragia são a glútea
- inferior e a pudenda.
- superior e a pudenda.
- inferior e a sacral lateral.
- superior e a sacral lateral.
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Conceito-chave
O sangramento pélvico costuma vir de veias e superfícies fraturadas, mas a pergunta pede especificamente as artérias mais relacionadas à hemorragia. O par é glútea superior e pudenda, alternativa B, ramos do sistema ilíaco interno.
Os vasos passam próximos aos ligamentos e ao osso do anel. A ruptura pode abrir vários pontos de sangramento, e o resumo destaca a glútea superior, que sai pela incisura isquiática maior, e a pudenda interna entre as fontes arteriais principais. Na angiografia também aparecem sacral lateral, glútea inferior e obturatória; até 40% podem ter mais de um foco (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “De onde vem o sangue”).
Fechar o anel não garante hemostasia arterial. A cinta estabiliza e ajuda o tamponamento e a formação do coágulo, mas uma laceração arterial pode vencer esse efeito. Sangramento persistente exige reavaliar outras fontes, reposição e necessidade de angiografia e embolização; extravasamento na TC é um achado particularmente importante.
O par pedido não significa que só essas artérias sangrem. Ele distingue os vasos mais destacados no capítulo sem transformar outros ramos possíveis em estruturas irrelevantes.
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