Na fratura da Clavícula de tipo IIB de CRAIG, ocorre ruptura do periósteo e do ligamento
- Conoide.
- Trapezoide.
- Coracoacromial
- Acromioclavicular.
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Conceito-chave
As fraturas da clavícula distal são classificadas por Neer, ampliado por Craig, conforme a relação com os ligamentos coracoclaviculares (conoide, mais medial, e trapezoide, mais lateral):
tipo I: entre os ligamentos ou lateral a eles, com ligamentos íntegros; pouco desvio, estável;
tipo IIA: traço medial ao conoide; os dois ligamentos ficam presos ao fragmento distal;
tipo IIB: traço entre o conoide e o trapezoide, com ruptura do conoide e do periósteo; o trapezoide fica preso ao fragmento distal;
tipo III: traço intra-articular, na acromioclavicular;
tipo IV: na criança, o fragmento sai de um tubo de periósteo íntegro;
tipo V: cominutiva.
Por que o tipo II é instável: o fragmento medial perde a ligação com o coracoide e é puxado para cima pelo trapézio e pelo esternocleidomastóideo, enquanto o distal desce com o braço. A pseudartrose chega a 30%.
O tratamento do tipo II: fixação com placa gancho, placa distal bloqueada ou reconstrução coracoclavicular.
Na prova: no tipo IIB de Craig, rompem-se o periósteo e o ligamento conoide.
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