Na fratura do acetábulo que acomete a parede anterior, a transmissão da energia do trauma se dá pelo eixo
- Do colo femoral, com o quadril em rotação lateral.
- Do colo femoral, com o quadril em rotação medial.
- Da Diafise femoral, com quadril em rotação lateral.
- Da Diafise femoral, com quadril em rotação medial.
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Conceito-chave
A energia que produz a fratura da parede anterior pode chegar pelo trocânter maior, seguir o eixo do colo femoral e atingir a frente do acetábulo com o quadril em rotação lateral. É o par da alternativa A.
A cabeça transmite a força ao ponto da taça para o qual está orientada. Na tabela do resumo, com força pelo colo e abdução/adução neutras, cerca de 25 graus de rotação externa se associam à coluna anterior; com cerca de 50 graus, à parede anterior. Portanto, aumentar a rotação nesse exemplo muda de coluna para parede, e não o contrário (Rockwood, 10ª ed., cap. 51, “Mecanismo de trauma”).
O eixo da diáfise é outro cenário. No trauma de painel, com o quadril fletido a 90 graus, a força sobe do joelho e pode causar fratura da parede posterior. A adução aumenta a possibilidade de luxação posterior. Com o quadril estendido, o impacto tende a alcançar regiões mais craniais.
A posição do membro no momento da batida importa tanto quanto a direção da força. “Força pelo fêmur” ou “rotação externa” isoladamente não bastam para prever um padrão; é preciso combinar eixo, flexão e orientação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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