A fratura do odontoide mais comum e que cursa com pseudoartrose em 36% dos casos, segundo ANDERSON e D`ALONZO, é a do tipo
- I
- II
- III
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Conceito-chave
O odontoide é o pino em volta do qual C1 gira. Quando ele quebra, o lugar do traço decide quase tudo: a frequência, a chance de consolidar e o tratamento. A banca quer o tipo que junta as duas marcas: o mais comum e o que mais pseudartrosa.
A classificação de ANDERSON e D'ALONZO. No Rockwood and Green (10ª ed., cap. 48): tipo I, avulsão da ponta, raríssima isolada; tipo II, traço na cintura, a junção entre o dente e o corpo de C2; tipo III, traço que entra no corpo de C2, no osso esponjoso. A classificação é só descritiva.
Por que o tipo II não consolida. Na cintura, a área de contato entre os fragmentos é pequena e o osso é mais cortical. No tipo III, o traço atravessa o osso esponjoso largo do corpo, com muita superfície para consolidar. Os números do capítulo mostram a diferença: o tipo III consolida bem imobilizado (87% no halo numa série, cerca de 95% numa revisão), enquanto o tipo II consolida em 66% no halo numa série, menos de 50% em outra, e numa série de 340 fraturas de C2 a pseudartrose do tipo II chegou perto de 30%.
Sobre os números da questão. Os 36% citados pela banca não estão no capítulo, que traz as cifras acima. A resposta, porém, é a mesma: o tipo II é o mais comum e o de maior taxa de pseudartrose.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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