A técnica de MATTI-RUSSE para tratamento de pseudoartrose do escafoide utiliza enxerto ósseo.
- Vascularizado, por via de acesso dorsal.
- Vascularizado, por via de acesso ventral.
- Não Vascularizado, por via de acesso dorsal.
- Não Vascularizado, por via de acesso ventral.
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Conceito-chave
A técnica clássica de Matti-Russe usa enxerto não vascularizado por via volar, também chamada ventral. O resumo descreve enxerto acomodado em um leito preparado na cortical volar dos dois fragmentos da pseudartrose, com variações de composição cortical ou corticoesponjosa.
Seu objetivo precisa ser relacionado à geometria do escafoide. A técnica clássica tem dificuldade para devolver comprimento quando a cortical volar está encurtada; deformidade importante pode exigir uma cunha estrutural, como na estratégia de Fisk-Fernandez. Portanto, o nome da técnica não elimina a avaliação de alinhamento e defeito ósseo.
Enxertos vascularizados, dorsais ou volares, são outras opções discutidas para pseudartroses selecionadas. Tipo de irrigação do enxerto e lado do acesso são características separadas, e não sinônimos. Conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seção Escafoide: consolidação viciosa e pseudartrose.
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