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Questão de Fratura do escafoide e do carpo (TARO 2016)

Trauma adultoFratura do escafoide e do carpoTARO 2016

A técnica de MATTI-RUSSE para tratamento de pseudoartrose do escafoide utiliza enxerto ósseo.

  1. Vascularizado, por via de acesso dorsal.
  2. Vascularizado, por via de acesso ventral.
  3. Não Vascularizado, por via de acesso dorsal.
  4. Não Vascularizado, por via de acesso ventral.
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Gabarito: D · Não Vascularizado, por via de acesso ventral.

Conceito-chave

A técnica clássica de Matti-Russe usa enxerto não vascularizado por via volar, também chamada ventral. O resumo descreve enxerto acomodado em um leito preparado na cortical volar dos dois fragmentos da pseudartrose, com variações de composição cortical ou corticoesponjosa.

Seu objetivo precisa ser relacionado à geometria do escafoide. A técnica clássica tem dificuldade para devolver comprimento quando a cortical volar está encurtada; deformidade importante pode exigir uma cunha estrutural, como na estratégia de Fisk-Fernandez. Portanto, o nome da técnica não elimina a avaliação de alinhamento e defeito ósseo.

Enxertos vascularizados, dorsais ou volares, são outras opções discutidas para pseudartroses selecionadas. Tipo de irrigação do enxerto e lado do acesso são características separadas, e não sinônimos. Conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seção Escafoide: consolidação viciosa e pseudartrose.

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