No joelho flutuante, a incidência de fratura exposta associada é de aproximadamente
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Conceito-chave
No joelho flutuante, a proporção de fratura exposta é de aproximadamente 60%, alternativa C. O resumo cita 62% nesse padrão de fraturas ipsilaterais do fêmur e da tíbia.
A associação costuma decorrer de alta energia, com grande agressão aos ossos e às partes moles. Não se pode estimar sua gravidade apenas somando os riscos de uma fratura femoral isolada e de uma tibial isolada: o capítulo ressalta que as taxas associadas são particularmente altas (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “Joelho flutuante”).
A exposição é só uma parte da avaliação. A mesma descrição relata lesão vascular em 21% e instabilidade ligamentar do joelho em quase um terço. Assim, a ferida visível não deve desviar a atenção da perfusão e das lesões articulares associadas.
O denominador é joelho flutuante, não toda fratura da tíbia ou do fêmur distal. O arredondamento de 62% para a opção de 60% é adequado; os outros percentuais não são equivalentes à estimativa apresentada.
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