Na abordagem emergencial das lesões do anel pélvico, a instabilidade posterior é mais bem tratada com:
- fixador externo supra-acetabular.
- fixador externo na crista ilíaca.
- clampe pélvico (“C – clamp”).
- placa na sínfise púbica.
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Conceito-chave
Se a prioridade é controlar uma lesão posterior instável na emergência, o dispositivo escolhido pela prova é o clampe pélvico em C, alternativa C. Ele aproxima a hemipelve por translação medial, comprimindo diretamente a região posterior.
O fixador anterior fecha o livro sobretudo por rotação interna, usando o setor posterior como dobradiça. Se os ligamentos posteriores estão completamente rotos, essa montagem anterior não resolve sozinha o problema posterior. O C-clamp tem outra ação mecânica e foi considerado superior nesse cenário (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Fixador externo de emergência e clampe pélvico”).
O capítulo também registra uma mudança de prática. Pinos supra-acetabulares dirigidos para trás melhoram o controle, e seu uso reduziu a necessidade do clampe. Cinta e lençol tornaram-se medidas iniciais rápidas, sem exigir imediatamente um dispositivo invasivo. Portanto, a resposta da prova não significa que toda lesão posterior deva receber C-clamp como primeira ação, independentemente de equipe, anatomia e condição clínica.
O clampe exige técnica estéril, radioscopia e cuidado com estruturas intrapélvicas; não é tratamento definitivo. Ressuscitação e controle da hemorragia continuam associados à estabilização, e a fixação final deve abordar o padrão completo.
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