No tratamento da fratura subtrocantérica com redução adequada, o colapso em varo é menos frequente usando-se
- DCS.
- placa angulada.
- haste intramedular.
- placa trocantérica bloqueada.
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Conceito-chave
A região subtrocantérica sofre cargas enormes: compressão na cortical medial e tração na lateral. O fragmento proximal tende a ir para flexão, abdução e rotação externa, e a fratura tende a consolidar em varo.
Por que a haste tem menos colapso em varo:
braço de alavanca curto: o implante fica dentro do canal, perto do eixo de carga, e não na lateral do osso;
compartilha carga com o osso;
inserção fechada, que preserva a biologia do foco.
Os implantes laterais (DCS, placa angulada, placa trocantérica bloqueada) ficam longe do eixo, com braço de alavanca longo. Se o suporte medial não for restaurado, eles sofrem fadiga e falham em varo.
A condição: a haste só funciona se a redução for feita antes de fresar (pinças, cerclagem, pinos de Schanz), com ponto de entrada medial ao ápice do trocânter.
Na prova: com redução adequada, o colapso em varo é menos frequente com a haste intramedular.
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