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Questão de Fratura subtrocantérica (TARO 2017)

Trauma adultoFratura subtrocantéricaTARO 2017

No tratamento da fratura subtrocantérica com redução adequada, o colapso em varo é menos frequente usando-se

  1. DCS.
  2. placa angulada.
  3. haste intramedular.
  4. placa trocantérica bloqueada.
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Gabarito: C · haste intramedular.

Conceito-chave

A região subtrocantérica sofre cargas enormes: compressão na cortical medial e tração na lateral. O fragmento proximal tende a ir para flexão, abdução e rotação externa, e a fratura tende a consolidar em varo.

Por que a haste tem menos colapso em varo:

braço de alavanca curto: o implante fica dentro do canal, perto do eixo de carga, e não na lateral do osso;

compartilha carga com o osso;

inserção fechada, que preserva a biologia do foco.

Os implantes laterais (DCS, placa angulada, placa trocantérica bloqueada) ficam longe do eixo, com braço de alavanca longo. Se o suporte medial não for restaurado, eles sofrem fadiga e falham em varo.

A condição: a haste só funciona se a redução for feita antes de fresar (pinças, cerclagem, pinos de Schanz), com ponto de entrada medial ao ápice do trocânter.

Na prova: com redução adequada, o colapso em varo é menos frequente com a haste intramedular.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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