A complicação mais frequente após fratura do capítulo umeral é a
- pseudartrose.
- necrose avascular.
- consolidação viciosa.
- diminuição da mobilidade articular.
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Conceito-chave
As fraturas do capítulo são intra-articulares e ocorrem no plano coronal: o fragmento sobe e fica à frente do úmero. A classificação de Bryan e Morrey (modificada por McKee) separa: I grande fragmento ósseo (Hahn-Steinthal); II lasca osteocondral (Kocher-Lorenz); III cominutiva; IV com extensão para a tróclea (sinal do duplo crescente).
O tratamento: TC para planejar e redução aberta com fixação (parafusos sem cabeça de anterior para posterior, ou de posterior para anterior); artroplastia no idoso com cominução.
A complicação mais frequente: a diminuição da mobilidade do cotovelo. A fratura articular, a cirurgia e a imobilização levam à rigidez, sobretudo à perda de extensão. A mobilização precoce, possível com fixação estável, é a melhor prevenção.
As outras complicações: a necrose avascular do fragmento é temida, mas pouco frequente; a pseudartrose é rara; a consolidação viciosa é menos comum que a rigidez. Também podem ocorrer ossificação heterotópica e artrose.
Na prova: a complicação mais frequente após a fratura do capítulo é a diminuição da mobilidade articular.
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