Na classificação anatômica de JEFFERSON, a deformidade de COCK-ROBIN é encontrada na fratura multifragmentar
- do arco anterior.
- da massa lateral.
- do arco posterior.
- do processo transverso.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
As fraturas do atlas (C1) foram classificadas por Jefferson e, de forma anatômica, por Landells:
tipo I: fratura isolada do arco anterior ou do arco posterior; estável;
tipo II: fratura dos dois arcos (a fratura de Jefferson clássica, em explosão), por carga axial;
tipo III: fratura da massa lateral, que pode ser multifragmentada.
A deformidade em "cock-robin": a cabeça fica inclinada para um lado e rodada para o outro, como um pássaro escutando o chão. Na fratura da massa lateral, o colapso de um lado deixa a articulação entre o occipício, C1 e C2 assimétrica, e a cabeça tomba.
O mesmo sinal aparece na subluxação atlantoaxial rotatória (síndrome de Grisel, depois de infecção da garganta na criança).
A estabilidade: depende do ligamento transverso. A soma do desvio lateral das massas de C1 sobre C2 maior que 6,9 mm (regra de Spence), ou a avulsão do transverso na RM, indica instabilidade.
Na prova: a deformidade em cock-robin aparece na fratura multifragmentar da massa lateral.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo