Na fratura diafisária do úmero tratada com redução aberta e fixação interna rígida pela via anterolateral, a complicação mais frequente é
- infecção.
- refratura.
- não união da fratura.
- paralisia do nervo radial.
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Conceito-chave
O nervo radial atravessa justamente a região em que a diáfise é exposta e fixada. Por isso, a paralisia radial, alternativa D, é a complicação característica mais frequente cobrada na redução aberta com placa pela via anterolateral.
Ele corre atrás do úmero no sulco espiral e passa para a frente pelo septo lateral. Na via anterolateral, a metade lateral do braquial ajuda a protegê-lo; perto do cotovelo, ele se relaciona com o intervalo entre braquial e braquiorradial. Tração excessiva, afastadores, broca e parafuso além da cortical oposta podem lesá-lo (Rockwood, 10ª ed., cap. 37, “Vias de acesso” e “Cuidados depois e resultados”).
O resumo relata paralisia pós-operatória de 2–5% nas séries citadas, quase sempre neuropraxia. Isso não garante recuperação de todo déficit: é essencial documentar a função antes da operação, distinguir lesão primária de secundária e avaliar se há erro técnico evidente. Sem isso, um déficit já presente pode ser atribuído à cirurgia ou um aprisionamento real pode ser ignorado.
Infecção, pseudartrose e refratura também importam, mas são desfechos diferentes. As taxas dependem da seleção, da gravidade e da técnica; não se devem comparar números de uma exposta complexa aos de uma fechada simples como se fossem a mesma população.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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