Na fratura diafisária da clavícula, os desvios típicos do fragmento lateral são
- translação inferior e rotação posterior.
- translação superior e rotação posterior.
- translação inferior e rotação anterior.
- translação superior e rotação anterior.
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Conceito-chave
O fragmento lateral sofre translação inferior e rotação anterior. A fratura remove a continuidade da clavícula que funciona como esteio da cintura escapular. O segmento lateral continua relacionado à escápula e ao braço, que pesam para baixo; o medial sofre tração superior do esternocleidomastóideo.
Translação e rotação são movimentos diferentes. O distal não apenas cai: ele também vai para frente e para medial, com encurtamento e protração da escápula. Por isso, recuperar só um comprimento medido na radiografia não descreve toda a correção de uma deformidade tridimensional.
Clinicamente, o ombro pode ficar baixo e a ponta inferior da escápula discretamente saliente. Na consolidação viciosa sintomática, o mau posicionamento pode contribuir para fraqueza, fadiga e dor periescapular. A presença radiográfica de deformidade, isoladamente, não exige cirurgia; é preciso relacioná-la aos sintomas e à função.
Leia “Mecanismo e deformidade” e o trecho de consolidação viciosa, na Biblioteca. Diferencie o movimento do fragmento lateral do medial e a imagem do resultado funcional.
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