A fratura toracolombar por explosão é caracterizada por
- deslocamento de uma vértebra sobre outra.
- aumento da distância dos processos espinhosos .
- aumento da distância interpedicular da vértebra fraturada.
- presença de mais de cinco fragmentos da vértebra fraturada .
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Conceito-chave
Na fratura em explosão, o corpo vertebral falha em compressão e se expande para os lados. Os pedículos se afastam, e a radiografia em AP mostra aumento da distância interpedicular. Esse é o sinal oferecido na questão; não é necessário contar fragmentos para reconhecê-lo.
A explosão compromete o corpo e a parede posterior, correspondendo às colunas anterior e média de Denis. Fragmentos podem recuar para o canal, a retropulsão. A tomografia define melhor esse comprometimento, enquanto o AP ajuda a perceber a expansão transversal da vértebra (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “Imagem: radiografia, tomografia e ressonância” e “Fratura em explosão”).
Duas medidas próximas contam histórias diferentes: a distância interpedicular aumentada sugere explosão; a interespinhosa aumentada alerta que a banda de tensão posterior se abriu. Translação de uma vértebra sobre a outra já caracteriza outro padrão, tipo C. Os achados podem coexistir numa lesão combinada, por isso cada componente precisa ser descrito.
Veja no resumo da Biblioteca como essas medidas orientam a leitura do AP e a classificação da lesão.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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