Na fratura do tálus, a reabsorção linear subcondral no domus, que é indicativa de integridade vascular, é observada na radiografia por volta da
- 1ª a 3ª semana.
- 4ª a 5ª semana.
- 6ª a 8ª semana.
- 10ª a 11ª semana.
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Conceito-chave
A faixa clara logo abaixo da cartilagem do domo talar aparece por volta da sexta à oitava semana, alternativa C. É o sinal de Hawkins, e sua presença é favorável: mostra que aquele osso participa da reabsorção associada à falta de carga (Rockwood, 10ª ed., cap. 66, “O sinal de Hawkins”).
O raciocínio começa pela resposta do osso vivo. Durante o período sem carga, o pé e a tíbia distal ficam osteopênicos; sob o domo, essa perda de osso mineralizado produz a linha radiotransparente. O osso necrosado não participa da mesma resposta. Por isso, a faixa clara é sinal de viabilidade, enquanto a necrose pode produzir aumento da densidade do corpo.
Ausência do sinal não equivale a diagnóstico de necrose. O resumo registra sinais parciais e acometimento variável do corpo. A presença é altamente específica de viabilidade, mas o raciocínio não pode ser simplesmente invertido. Também não se deve confundir essa janela radiográfica com a RM, que identifica alterações mais precocemente, nem com o período de 10–12 semanas sem carga usado no pós-operatório.
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